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10 Mil Milhas

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Um livro obrigatório para todos os amantes de literatura de viagem que nos deixa em pontas de pés na antecipação de virar a próxima página.

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4.63 out of 5 based on 8 customer ratings
(8 customer reviews)
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Product Description

10 Mil Milhas
Género: Literatura de Viagem
Páginas: 442
Editora: Chiado Editora
Lançamento: Abril de 2015
ISBN: 978-989-51-3259-1
Peso: 400g

8 reviews for 10 Mil Milhas

  1. 5 out of 5

    :

    10 Mil Milhas é uma lufada de ar fresco na literatura de viagem! Consegue transportar-nos para uma jornada de emoções e experiências em que ansiamos pelo próximo destino e aventura sem pestanejar.
    É um livro que nos faz viajar e sonhar, a não perder!

  2. 4 out of 5

    :

    “Uma leitura dinâmica e agradável, com uma pitada de nostalgia lá mais para o fim, com uma escrita poética e filosófica. A aventura de 4 amigos e um canyonero a percorrer as estradas dos Estados Unidos de lés-a-lés.Recomendo!”

  3. 4 out of 5

    :

    Um bom livro, muito bem escrito e agradável leitura.
    Da madrugada ao pôr-do-sol
    Uma aventura louca pela América do Norte. Um feito prodigioso e destemido, um propósito característico da juventude.

  4. 5 out of 5

    :

    Se conseguíssemos transmitir na íntegra aquilo que vivemos e nos marca, este mundo estava cheio de histórias fantásticas. Mas nem todos o conseguem fazer. O João conseguiu, e este livro é a prova disso. Depois de poucas páginas, já me sentia ao lado nele no avião, já queria discutir com ele e com todos sobre o dinheiro que não podia continuar a gastar na viagem, ou sobre o café onde devíamos ir a seguir. É a magia deste livro: faz-nos acreditar que viajamos cada milha contada, no 10 mil milhas.

  5. 5 out of 5

    :

    “Escrito com brilhantismo e clareza, 10 Mil Milhas dá-nos uma visão ímpar da vida nas estradas da América do Norte. O João já é um dos grandes escritores da nova geração.”

  6. 5 out of 5

    :

    Excelente livro e de leitura muito rápida! Aconselho

  7. 4 out of 5

    :

    Um bom livro principalmente para quem gosta de viagens.

  8. 5 out of 5

    :

    Quando pegue no teu livro, não parei mais de o ler.

    Há 3 termos chave neste livro: A natureza. O amor. A sobrevivência.

    Logo na segunda frase do livro, houve uma expressão que me fez pensar «ok, isto vai ser bom…», que foi a “valsa acelerada do vento”. Esta expressão acompanhou toda a leitura, desde o início ao fim e lembro-me de ler certas cenas e pensar sempre nela. Fazes descrições sobre a natureza que fazem a própria natureza ser uma personagem neste livro. Sem ser D. H. Lawrence, nunca tinha lido descrições sobre a mesma que a tornasse tão real. E depois não é só a natureza, mas também os objetos em si… Como por exemplo, acreditas que depois de toda a viagem, fiquei mais sentida com a despedida do “Canyonero” do que qualquer uma das despedidas que tiveste com algumas mulheres? É ridículo. Brutal, também.

    Acabaste por me surpreender, ao passares a expressar o teu sentimento pela mulher, o que me fascinou bastante. Parece que toda a imagem do livro mudou para mim e depois toda a história com a Zahra mexeu comigo, só conseguia questionar se aquilo era mesmo real! Causaste um terrível suspense quando depois da carta dela para ti, não falaste mais sobre o assunto. É que nem um mínimo comentário sobre o que aquela carta te fez sentir. Lembro-me que li as páginas seguintes o mais rápido que consegui, até à carta que tu lhe escreves de volta, mas já estava a perder um pouco a esperança, do tipo… “Mas será que ele não vai mesmo falar mais nada sobre ela, acabou mesmo assim?!”. Os dois últimos parágrafos, a forma como acaba a tua carta para ela, é arrebatadora. Das cartas mais fortes que já li num livro (nunca pensei que no meio de tanta aventura pudesses fazer passar tanto amor, drama, suspense!).

    Agora, quando te falei no termo «sobrevivência», foi porque ao longo do livro senti que o teu físico e psíquico se foram arrastando para conseguir alcançar um novo dia, o que parecia difícil. Todos os dias eram uma nova aventura, dentro da grande aventura em si. Mas ao mesmo tempo que te fui sentindo a arrastar, em certos momentos senti-te cheio de garra e esperança para continuar. Há uma passagem que gostei imenso – “Delírios pela América fora, portadores de genes apátridas e destruidores de aborrecimento alheio. Entrávamos como uma tempestade onde quer que estivéssemos”. Confesso que em certos momentos também senti uma certa raiva dos amigos que te acompanharam na viagem, pareciam-me egoístas e inflexíveis várias vezes, mas todos os obstáculos fazem parte do nosso crescimento, certo?

    Dia 29 de novembro, escreves um texto muito bom. «A verdade é senhora de um lugar só e quando assim é, não se ocupa com nada para além da sua essência». Não a descreveria melhor. Uma expressão que também adorei, se é que não foi mesmo a minha preferida foi a «Quando a escuridão vê escuridão, reconhece-se sempre». Não há muito a comentar, tu dizes tudo.

    Por fim, toda a viagem me transmitiu sentimentos controversos, adrenalina, suspense, inspiração (pela tua forma poética de narrar).
    Continua a escrever, aconteça o que acontecer…
    E estás de parabéns pela tua grande obra.

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